visita ao hermitage

O GDP realizou, nos passados dias 2 e 3 de Fevereiro, duas visitas guiadas à exposição "Arte e Cultura do Império Russo nas Colecções do Hermitage: de D. Pedro, o Grande, a Nicolau II", patente no Palácio Nacional da Ajuda.

A visita demorou cerca de 1h.00m e estiveram presentes mais de 80 associados e familiares que desfrutaram do rico espólio artístico e das explicações recebidas pelos guias da exposição.

Brevemente, disponibilizaremos algumas fotografias tiradas no decurso das visitas.

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palácio de belém

No passado dia 27 de Outubro (sábado) visitámos a exposição Jardim Aberto, a decorrer nos jardins do Palácio de Belém. Na ocasião, visitámos ainda o Museu da Presidência e o próprio Palácio de Belém.

São dezasseis os artistas convidados para intervirem nos jardins do Palácio, todos portugueses e todos trabalhando com base em diferentes abordagens conceptuais à ideia da escultura.

A visita orientada teve início às 11h.00m da manhã e foi gratuita para os associados do GDP e seus familiares.

Consulte aqui as fotografias tiradas durante a visita.

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aqueduto das Águas Livres

No passado dia 23 de Junho (sábado), o GDP levou cerca de 60 associados e seus familiares a visitar o Aqueduto das Águas Livres, em Lisboa.

Podem, desde já, consultar algumas das fotografias captadas durante a visita.

Até à próxima!

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museu nacional de arte antiga

 

O Grupo Desportivo Parlamentar (GDP) visitou no passado dia 03 de Março (Sábado) o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.

Estiveram presentes 29 inscritos que tiveram oportunidade de viajar pela história da pintura europeia e pelas obras mais relevantes da colecção permanente de pintura estrangeira do MNAA, através da competente e entusiástica exposição da Dra. Manuela Gallego, técnica do MNAA.

Esperamos que tenha sido do agrado de todos os participantes!

Como muito ficou para ver, desde já está lançado o desafio para nova visita aproveitando o excelente espólio artístico do Museu.

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palácio dos marqueses de fronteira

No dia 18 de Novembro de 2006, um grupo de associados, seus familiares e amigos tiveram o privilégio de viajar no tempo, recuando até a uma época anterior ao Terramoto de 1755, observando painéis com ilustrações das batalhas da Restauração e constatando a evolução da azulejaria portuguesa desde os seus primórdios, acompanhados por dois simpáticos guias.

Essa viagem no tempo decorreu num local mágico, onde os macacos vestem trajes humanos, as aves têm cabeças de pessoas e os gatos nos fixam com o seu olhar misterioso.

Trata-se do
Palácio Fronteira, residência do Sr. Marquês, que nos abre as portas de sua casa e nos dá a oportunidade de partilhar consigo os magníficos salões e o fantástico jardim que no passado resistiram ao grande terramoto e hoje são um verdadeiro oásis no meio da cidade de Lisboa.

Um paraíso a preservar!

 Veja aqui as fotografias da visita   |   Voltar cultura
 

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do martinho da arcada aos fenícios

No dia 26 de Novembro de 2005, o GDP iniciou o programa de passeios culturais, no cumprimento do programa do "Martinho da Arcada aos Fenícios".

O percurso teve início pelas 9h.00 da manhã no “Martinho”, um dos mais emblemáticos cafés de Lisboa, fundado em 1778, sendo então conhecido como o “Café da Neve”.

O café foi, ao longo dos tempos, um ponto de referência para a intelectualidade lisboeta, que ali iniciou uma das mais significativas manifestações políticas, a propósito do ultimatum de 1890. No Martinho escreveu Fernando Pessoa, parte significativa da sua obra poética, e de Pessoa foi abordada não apenas a sua obra, mas também as suas concepções estéticas, filosóficas e políticas.

De seguida visitámos o Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros, composto por dois níveis de ocupação diversificados, o mais antigo dos quais de origem fenício-púnica (séc. V a III a.C.).

Aqui puderam ser vistos vários mosaicos romanos da segunda metade do séc. III, assim como vária utensilagem dos períodos muçulmano e cristão medieval. Do período pombalino, pós-terramoto, foram visíveis as duas grandes novidades da reconstrução da cidade: - o colector público e as estruturas das gaiolas, inovação que conferiu maior solidez aos edifícios.

Seguiu-se uma visita à Sé de Lisboa, edificada a partir de 1147, data da conquista da cidade por D. Afonso Henriques. A traça do edifício enquadra-se no estilo romano-gótico, sendo que as capelas do deambulatório se enquadram numa cronologia posterior.

Aqui falou-se sobre alguns dos mais preciosos exemplares da tumulária portuguesa medieval e visitámos de seguida o tesouro da Sé, precioso acervo histórico, cultural e religioso, onde se destacam três relicários provenientes do Convento de Cristo em Tomar, paramentos e cálices, entre outras peças. Destaque para a custódia, encomendada por D. João V, uma das mais belas obras da ourivesaria portuguesa.

Terminámos a nossa visita no Teatro Romano.

Construído na época do imperador Augusto (início do séc. I), sofreu diversas remodelações no ano de 57, ao tempo de Nero. O teatro veio posteriormente a ser abandonado, no séc. VI, quando por todo o mundo latino se assiste à retracção das cidades e ao abandono de muitas das suas estruturas, pronunciando a derrocada do Império Romano do Ocidente. Soterrado até 1798, foi alvo de várias campanhas arqueológicas desde 1964, possuindo actualmente um percurso museológico que compreende uma área de exposição, um campo arqueológico e as ruínas do Teatro.

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Museu Maçónico Português

Em função do sucesso do programa Do "Martinho da Arcada aos Fenícios", resolveu o GDP organizar novo passeio cultural, agora pela História da Maçonaria em Portugal, naquilo que foi uma visita à História portuguesa dos últimos 200 anos.

A 1.ª visita ao Museu ocorreu no dia 11 de Fevereiro de 2006.

A primeira Loja maçónica de que há registo data de 1727, tendo sido então registada pela Inquisição com o nome de Herejes Mercantes, por ser constituída predominantemente por comerciantes ingleses que professavam o protestantismo.

Em 1733 surge a Casa Real dos Pedreiros Livres da Lusitânia e desde aí a Maçonaria não parou de crescer pesem embora as perseguições de que foi vítima.

A sua acção colocou-a sempre no seio da luta pela Liberdade, seja em 1817, quando deu a vida do seu Grão-Mestre Gomes Freire de Andrade na luta contra a ocupação do país por tropas inglesas, seja na luta contra o absolutismo, seja ainda nas reformas políticas e sociais do liberalismo. Inspirou a Revolução de 1820, a primeira Constituição portuguesa em 1822, a abolição da escravatura e da pena de morte.

À sua acção também estão também ligadas as reformas no ensino, a implantação da República ou a luta contra a ditadura do Estado Novo. Ao analisarmos a sua intervenção na História compreendemos a sua divisa de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

Nesta nossa visita ao Museu Maçónico Português, que faz parte do Grande Oriente Lusitano, Obediência maçónica fundada em 1802, sendo por isso a segunda mais antiga da Europa, abordámos também a função dos objectos no ritual maçónico em duas exposições distintas, uma do núcleo permanente e outra do núcleo de exposições temporárias.

A contextualização histórica, as Lojas, os maçons e a sua organização, a intervenção cívica e filantrópica e os grandes valores, foram, entre outros, alguns dos assuntos abordados nesta nossa visita.

     Veja aqui as fotografias da visita   |   Voltar cultura
 

 

 Última actualização em 2008-02-06
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